{"home_page_url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias","title":"Notícias | Potencial Elétrica","items":[{"id":"69e0a007d53d0210917365","title":"Global Stocktake: entenda o balanço global do Acordo de Paris e seu impacto na COP28","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Global_Stocktake:_entenda_o_balanço_global_do_Acordo_de_Paris_e_seu_impacto_na_COP28","content_html":" <br\/><i>Mecanismo de transparência que avalia o progresso dos países-membros no cumprimento das metas climáticas é choque de realidade e deverá impactar decisões em Dubai<\/i><br\/>No início de setembro, a Convenção do Clima das Nações Unidas (ONU) divulgou os resultados preliminares de seu primeiro Balanço Global, o <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/unfccc.int\/topics\/global-stocktake\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Global Stocktake (GST)<\/a>, uma ferramenta estratégica prevista pelo Acordo de Paris para acompanhar e mensurar o progresso dos quase 200 países-membros da Conferência das Partes (COP) no cumprimento das metas estabelecidas pelo tratado. <br\/> <br\/>A pergunta que o GST responde é a seguinte: o quão distante estão os países de cumprir suas NDCs – Contribuições Nacionalmente Determinadas ou metas nacionais – para frear o aquecimento global? E a resposta não foi animadora. <br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\"><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/industriaverde.com.br\/cop-28-cni-apresenta-propostas-para-negociacoes-na-conferencia-do-clima\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Leia mais: COP-28: CNI apresenta propostas para negociações na Conferência do Clima<\/strong><\/a><\/li><\/ul> <br\/>Segundo o documento, \"o mundo está fora de curso em todos os quesitos de avaliação”. O impacto deste retrato da crise climática deve destacar, na COP28, a urgência de aumentar a ambição climática e acelerar a implementação das medidas mitigadoras. O relatório avisa que, se o GST não for imediatamente levado em conta, é provável que as catástrofes climáticas se tornem ainda mais intensas e frequentes. Na conferência, que será realizada a partir de 30 de novembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, será divulgado o primeiro balanço global.<br\/> <br\/>Segundo o gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Davi Bomtempo, \"o primeiro Global Stocktake da Convenção do Clima das Nações Unidas traz resultados preocupantes sobre estado atual da situação climática global e deverá se tornar um chamado para a correção de rumos e a ação imediata pós-COP28”. <br\/> <br\/>Ele explica que a CNI defende a definição da estratégia de implementação da NDC brasileira e, para isso, considera essencial que o governo comunique com transparência as medidas setoriais e as políticas a serem tomadas para implementar a meta prevista. \"É esperado que o Balanço Global se torne um parâmetro de tomada de decisões e investimentos, tornando-se um norte para as ações dos países no cumprimento de suas NDCs”, destaca Bomtempo.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">O que é o Global Stocktake (GST)?<\/strong><br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">O GST é o balanço global de ações climáticas que estão em curso pelos países signatários do Acordo de Paris e serve para acompanhar e avaliar a implementação das metas de longo prazo estabelecidas no acordo.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">O GST leva em consideração as promessas dos países-membros em relação à mitigação de gases de efeito estufa (GEE), à adaptação aos impactos, ao financiamento e à transferência de tecnologia.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">É considerado um mecanismo de transparência do Acordo de Paris.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">O mecanismo não aponta situações individuais dos países, é um balanço coletivo que avalia como as partes estão se aproximando do cumprimento das metas do Acordo de Paris.<\/li><\/ul> <br\/><strong class=\"btk\">Quais os resultados preliminares deste primeiro Global Stocktake?<\/strong><br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Como há muito se desconfiava – diante dos recentes e sucessivos eventos extremos que estão acontecendo ao redor do globo –, os resultados deste primeiro Global Stocktake são preocupantes.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Segundo o documento, são necessárias medidas mais ambiciosas nas NDCs dos países; mais energias renováveis, menos combustíveis fósseis; fim do desmatamento; compensação para perdas e danos, especialmente para os países menos preparados; mercados financeiros com foco na redução de emissões e resiliência climática; mais inovação, tecnologia e capacitação.<\/li><\/ul> <br\/><strong class=\"btk\">Que impactos este primeiro Global Stocktake deverá ter na COP28?<\/strong><br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">É esperado que esse primeiro GST se torne um parâmetro de tomada de decisões e investimentos de modo a transformar a direção das ações dos países para fortalecer o cumprimento de suas NDCs.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">O impacto deste retrato do <i>status quo<\/i> da crise climática global deverá ressaltar na COP28 a urgência de aumentar a ambição climática e acelerar a implementação de medidas mitigadoras.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Se o GST não for imediatamente levado em conta, é provável que as catástrofes climáticas – e o despreparo para lidar com elas – se tornarão ainda mais intensos e frequentes.<\/li><\/ul> <br\/><strong class=\"btk\">Quais são as etapas (fases) do Global Stocktake?<\/strong><br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Na fase 1, há a preparação e a coleta de informações, por meio da ONU, que reúne as informações para conduzir o levantamento. As informações podem chegar de diferentes fontes, estudos e relatórios. O período da fase 1 ocorreu de novembro de 2021 a junho de 2022.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Na fase 2, há um período de avaliação técnica, incluindo diálogos nas Conferências do Clima da ONU. Essa fase aconteceu de junho de 2022 a junho de 2023.<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">A fase 3 envolve a apresentação das conclusões e a consideração dos resultados do primeiro balanço global na<strong class=\"btk\"> <\/strong>COP28, no final de 2023. Ali, as conclusões serão apresentadas e discutidas para que seja possível identificar oportunidades de intensificação do apoio internacional quando o assunto são questões climáticas.<\/li><\/ul> <br\/> <br\/> <br\/> <br\/> <br\/>","date_published":"2023-10-03T22:58:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1E9i.webp"},{"id":"69e0a007d62ac328917571","title":"Resenha Mensal: consumo nacional de energia elétrica foi de 45.713 GWh em março de 2023, crescendo 3,3% em comparação com o mesmo mês de 2022.","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Resenha_Mensal:_consumo_nacional_de_energia_elétrica_foi_de_45.713_GWh_em_março_de_2023,_crescendo_3,3％_em_comparação_com_o_mesmo_mês_de_2022.","content_html":"<strong class=\"btk\">Resenha Mensal: consumo nacional de energia elétrica foi de 45.713 GWh em março de 2023, crescendo 3,3% em comparação com o mesmo mês de 2022.<\/strong><br\/> <br\/>​A mais recente edição da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica mostra que o consumo nacional de energia elétrica foi de 45.713 GWh em março de 2023, crescendo 3,3% em comparação com mesmo mês de 2022. A classe industrial (+5,8%) puxou a alta, seguida pelas classes residencial (+2,8%) e comercial (+2,2%). No acumulado em 12 meses o consumo nacional registrou 511.294 GWh, alta de 1,6% em comparação ao período imediatamente anterior. Quanto ao ambiente de contratação, o mercado livre apresentou crescimento de 8,9% no consumo do mês, enquanto o consumo cativo das distribuidoras de energia elétrica permaneceu estável (-0,1%).<br\/> <br\/> <br\/><br\/> <br\/> <br\/>Consulte a <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/publicacoes-dados-abertos\/publicacoes\/resenha-mensal-do-mercado-de-energia-eletrica\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Resenha <\/strong><\/a>e acesse a análise completa do comportamento do consumo de energia elétrica no mês. Convidamos também a ouvir o nosso <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/spotifyanchor-web.app.link\/e\/ylLDUbB0mzb\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Podcast<\/strong><\/a>.<br\/>Link - <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/imprensa\/noticias\/resenha-mensal-consumo-nacional-de-energia-eletrica-foi-de-45-713-gwh-em-marco-de-2023-crescendo-3-3-em-comparacao-com-o-mesmo-mes-de-2022-\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/imprensa\/noticias\/resenha-mensal-consumo-nacional-de-energia-eletrica-foi-de-45-713-gwh-em-marco-de-2023-crescendo-3-3-em-comparacao-com-o-mesmo-mes-de-2022-<\/a><br\/>","date_published":"2023-05-08T21:45:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/9Gym.webp"},{"id":"69e0a007d6464357039068","title":"Relação entre eletricidade e o cobre","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Relação_entre_eletricidade_e_o_cobre","content_html":"<i>Em 17 de outubro foi comemorado o dia do eletricista. E que data é a melhor para, além de prestigiarmos o trabalho deste grande profissional, também falarmos sobre a importância da utilização do cobre nos fios e cabos elétricos.<\/i><br\/> <br\/>Graças ao avanço da tecnologia, a fabricação de fios e cabos também evolui. Sendo agora produzidos com materiais mais eficientes para o seu isolamento e tornando os condutores elétricos cada vez mais seguros.<br\/><strong class=\"btk\">O cobre nos condutores<\/strong><br\/>Um condutor é o material que permite a passagem da corrente elétrica com facilidade, quando está submetido a uma diferença de potencial elétrico.<br\/>O cobre é um material que apresenta a menor resistência elétrica entre todos os metais não preciosos. Os fios e cabos de cobre podem reduzir as perdas de energia, contribuir para a baixa emissão de CO2, além de possuírem grande resistência contra deformações e corrosão, aumentando assim sua vida útil e a segurança dos produtos aplicados nas instalações elétricas.<br\/>O cobre é um metal muito utilizado para a construção de condutores elétricos, uma vez que é muito flexível e maleável. Além disso, a eletricidade que percorre os fios de cobre encontra menos resistência do que em outros materiais.<br\/><strong class=\"btk\">Os fios e cabos<\/strong><br\/>Fios e cabos elétricos são importantes para o bom funcionamento e segurança de uma instalação elétrica.<br\/>A qualidade e quantidade do cobre utilizado nos fios são fundamentais para evitar que eles se aqueçam e facilitem a realização de emendas, dobras e ligações a interruptores, tomadas e disjuntores.<br\/>Como já divulgado no site da <a class=\"z5\" href=\"http:\/\/abracopel.org\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Abracopel<\/a>, nos últimos anos houve um grande aumento de eletroeletrônicos nas residências, porém as instalações elétricas não foram alteradas, resultando em um alto consumo de energia elétrica e, em alguns casos, até mesmo curtos-circuitos e incêndios. Isso ocorre pois, os fios e cabos não possuem as especificações necessárias para a nova demanda de energia e há falta de um revestimento de PVC antichamas.<br\/><strong class=\"btk\">Quando falamos de fios e cabos elétricos, uma economia pode significar um perigo dentro das paredes de sua casa.<\/strong><br\/>É importante salientar que a quantidade de cobre existente dentro de um condutor elétrico é de suma importância para garantir a segurança dos usuários. Se o cabo for desbitolado, isto é, não possuir quantidade de cobre suficiente em seu interior, além de não atender as normas, poderá provocar um aquecimento e deterioração do isolamento gerando um aumento no consumo de energia elétrica, um curto-circuito e até mesmo um incêndio.<br\/>Por esse motivo é importante estar atento a todas as especificações no momento da compra, bem como se o material possui as certificações obrigatórias para a sua comercialização.<br\/>","date_published":"2022-09-30T19:51:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1jM9.webp"},{"id":"69e0a007d6608826519829","title":"Indústria 4.0: Entenda seus conceitos e fundamentos","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Indústria_4.0:_Entenda_seus_conceitos_e_fundamentos","content_html":"<i>A <strong class=\"btk\">Indústria 4.0<\/strong> também chamada de Quarta Revolução Industrial, engloba um amplo sistema de tecnologias avançadas como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem que estão mudando as formas de produção e os modelos de negócios no Brasil e no mundo.<\/i><br\/>Inteligência artificial, robótica, nuvem e internet das coisas. Termos que há alguns anos não eram nada conhecidos, hoje já fazem parte do cotidiano de todos nós. São tecnologias que fazem parte de um conceito bem familiar no setor industrial: a Indústria 4.0.<br\/>Batizada também de <strong class=\"btk\">4ª Revolução Industrial<\/strong>, esse fenômeno está mudando, em grande escala, a automação e troca de dados, bem como as etapas de produção e os modelos de negócios, por meio do uso de máquinas e computadores. Inovação, eficiência e customização são as palavras-chave para definir o conceito de Indústria 4.0.<br\/>A <strong class=\"btk\">Indústria 4.0<\/strong> tem impacto significativo na produtividade, pois aumenta a eficiência do uso de recursos e no desenvolvimento de produtos em larga escala, além de propiciar a integração do Brasil em cadeias globais de valor.<br\/>Além disso, implicará em transformações na gestão empresarial, principalmente em dois aspectos.<br\/>O primeiro está relacionado à estratégia para implementar tecnologias, como a cooperação entre as áreas de tecnologia de informação (TI) e as de produção.<br\/>O que é a indústria 4.0?<br\/> <br\/>A <strong class=\"btk\">Indústria 4.0<\/strong> é um conceito que representa a <strong class=\"btk\">automação industrial <\/strong>e a integração de diferentes tecnologias como <i>inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem <\/i>com o objetivo de promover a digitalização das atividades industriais melhorando os processos e aumentando a produtividade. <br\/>Quais são as principais tecnologias da Indústria 4.0?<br\/> <br\/>A incorporação da Robótica Avançada, dos Sistemas de Conexão Máquina-Máquina, da Internet das Coisas e dos Sensores e Atuadores utilizados nesses equipamentos possibilita que máquinas \"conversem” ao longo das operações industriais.<br\/>Isso pode permitir a geração de informações e a conexão das diversas etapas da cadeia de valor, do desenvolvimento de novos produtos, projetos, produção, até o pós-venda.<br\/><br\/><div class=\"bus\"><a class=\"bxi c8 z5\" href=\"https:\/\/youtu.be\/ZqpQbsVdqsU\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><span class=\"bse dzl\"><\/span><span class=\"bse dzm\"><\/span><\/a><\/div><strong class=\"btk\">Sãos exemplos de tecnologias utilizadas na industria 4.0:<\/strong><br\/> <br\/>1. <strong class=\"btk\">Inteligência artificial<\/strong>: aplicação de análise avançada e técnicas baseadas em lógica, incluindo aprendizado de máquina, para interpretar eventos, analisar tendências e comportamentos de sistemas, apoiar e automatizar decisões e realizar ações.<br\/>2. <strong class=\"btk\">Computação em nuvem<\/strong>: é a distribuição de serviços de computação – servidores,<br\/>armazenamento, bancos de dados, redes, software, análises, inteligência – pela Internet, com utilização de memória, capacidade de armazenamento e cálculo de computadores e servidores hospedados em Datacenter, proporcionando recursos flexíveis e economia na escala. A computação em nuvem permite às empresas acessar recursos computacionais abundantes como um serviço e a partir de distintos dispositivos remotos. Desta forma evitam-se investimentos altos em equipamentos e equipe de suporte, permitindo a empresas focarem seus investimentos nas suas atividades principais.<br\/>3. <i><strong class=\"btk\">Big data<\/strong>: <\/i>é uma abordagem para atuar em dados com maior variedade e complexidade, que chegam em volumes crescentes e com velocidade cada vez maior, usados para resolver problemas de negócios. Esses conjuntos de dados são tão volumosos que o software tradicional de processamento de dados não consegue gerenciá-los. São utilizadas técnicas estatísticas e de aprendizagem de máquina para extrair informações relevantes aos negócios, inferências e tendências não possíveis de se obter com uma análise humana.<br\/>4.<strong class=\"btk\"> Cyber segurança<\/strong>: é um conjunto Infraestruturas de hardware e software voltado para a proteção dos ativos de informação, por meio do tratamento de ameaças que põem em risco a informação que é processada, armazenada e transportada pelos sistemas de informação que estão interligados.<br\/>5. <strong class=\"btk\">Internet das coisas<\/strong>: interconexão entre objetos por meio de infraestrutura habilitadora (eletrônica, software, sensores e\/ou atuadores), com capacidade de computação distribuída e organizados em redes, que passam a se comunicar e interagir, podendo ser remotamente monitorados e\/ou controlados, resultando em ganhos de eficiência.<br\/>6. <strong class=\"btk\">Robótica avançada<\/strong>: dispositivos que agem em grande parte, ou parcialmente, de forma autônoma, que interagem fisicamente com as pessoas ou seu ambiente e que são capazes de modificar seu comportamento com base em dados de sensores.<br\/>7. <strong class=\"btk\">Manufatura digital<\/strong>: é o uso de um sistema integrado, baseado em computador, que<br\/>consiste em simulação, visualização 3D, análises e ferramentas de colaboração para criar definições de processos de manufatura e produto simultaneamente.<br\/>8. <strong class=\"btk\">Manufatura aditiva<\/strong>: consiste na fabricação de peças a partir de um desenho digital<br\/>(feito com um software de modelagem tridimensional), sobrepondo finas camadas de<br\/>material, uma a uma, por meio de uma Impressora 3D. Podem ser utilizados materiais<br\/>como plástico, metal, ligas metálicas, cerâmica e areia, entre outros.<br\/>9. <strong class=\"btk\">Integração de sistemas<\/strong>: união de diferentes sistemas de computação e aplicações de software física ou funcionalmente, para atuar como um todo coordenado, possibilita a troca de informações entre os diferentes sistemas. Permite a empresas um olhar abrangente sobre o seu negócio. As informações em tempo real sobre o processo produtivo influenciam a tomada de decisões gerenciais mais rapidamente bem como decisões estratégicas sobre o negócio da empresa conseguem ser mais facilmente implantadas na planta de produção. Somente a instalação de pacotes ERP não se enquadram, mas a sua integração a sistemas de controle da produção industrial sim.<br\/>10. <strong class=\"btk\">Sistemas de simulação<\/strong>: utilização de computadores e conjunto de técnicas para gerar modelos digitais que descrevem ou exibem a interação complexa entre várias variáveis dentro de um sistema, imitando processos do mundo real.<br\/>11. <strong class=\"btk\">Digitalização<\/strong>: consiste no uso de tecnologias digitais para transformar processos de produção, de desenvolvimento de produtos e\/ou modelos de negócios, visando a otimização e eficiência nos processos. A transformação digital abrange: projeto e implementação de plano de digitalização, sensoriamento, aquisição e tratamento de dados.<br\/>Quais os benefícios da industria 4.0?  <br\/>Os benefícios alcançados com a implantação da indústria 4.0 são muitos. O uso das tecnologias digitais na indústria permitiram <strong class=\"btk\">aumentar em 22%<\/strong>, em média, a capacidade produtiva de micro, pequenas e médias empresas dos segmentos de alimentos e bebidas, metalmecânica, moveleiro, vestuário e calçados. <br\/>Muitos ainda acreditam que falar de<strong class=\"btk\"> indústria 4.0<\/strong> é falar de ferramentas complexas, extremamente caras, e que somente grandes empresas com atuação internacional têm acesso ao novo modo de produção. <br\/><q class=\"bmw dy0\">VEJA TAMBÉM: <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/noticias\/inovacao-e-tecnologia\/empresas-ganham-em-produtividade-com-a-industria-40\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Empresas ganham em produtividade com a indústria 4.0<\/a><\/q>Por meio do programa-piloto <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/noticias\/inovacao-e-tecnologia\/empresas-ganham-em-produtividade-com-a-industria-40\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Indústria Mais Avançada<\/a>, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (<a class=\"z5\" href=\"http:\/\/portaldaindustria.com.br\/senai\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">SENAI<\/a>), executado entre maio de 2018 e outubro de 2019 em 43 empresas de 24 estados, constatou-se o impacto na produção do mercado com o uso de ferramentas de baixo custo, como: sensoriamento, computação em nuvem e Internet das Coisas (IoT).<br\/>A conclusão do programa mostra que o ganho de produtividade está mais relacionado com o quanto se aprende com o processo produtivo, e como esse aprendizado se transforma em ações concretas. As microempresas foram as que mais se beneficiaram do uso inicial de tecnologias digitais.<br\/>","date_published":"2022-09-30T19:50:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1jMa.avif"},{"id":"69e0a007d67ab944825343","title":"2022 e 2023: novas projeções da ABPA para a produção, consumo e exportações","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/2022_e_2023:_novas_projeções_da_ABPA_para_a_produção,_consumo_e_exportações","content_html":"A avicultura e a suinocultura do Brasil deverão registrar novos avanços neste ano. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) que apresentou ontem (28), em coletiva de imprensa, as projeções do setor para produção, exportações e consumo de carne de frango e de carne suína do Brasil para 2022 e 2023.<br\/>Segundo as perspectivas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango poderá crescer cerca de 1% neste ano na comparação com 2021, alcançando até 14,5 milhões de toneladas em 2022. A alta deve seguir em 2023, quando se projeta aumento de até 5% na produção, podendo a produção chegar a 15 milhões de toneladas.<br\/>A disponibilidade de produtos no mercado interno também deverá terminar em níveis positivos, com elevação de até 0,5% em 2022, alcançando 9,78 milhões de toneladas, sendo a disponibilidade interna esperada para 2023 de 9,8 milhões de toneladas.<br\/>\"Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.<br\/>Já as exportações do setor, conforme a ABPA, deverão alcançar neste ano até 4,9 milhões de toneladas, número 6% maior que o registrado no ano anterior. Em 2023, a expectativa é de exportações novamente 6% superiores, alcançando até 5,2 milhões de toneladas.<br\/>\"A questão sanitária internacional ainda deve pressionar o comércio global de carne de frango. Novos focos de influenza aviária foram identificados entre os grandes produtores, sustentando a demanda de grandes exportadores livres da enfermidade, como é o caso do Brasil.<br\/>Adicionalmente, a já sentida redução da participação da Ucrânia no comércio internacional, a retirada das tarifas de importação do México até o próximo ano, a forte demanda filipina e a redução temporária das tarifas sul-coreanas de importação também impactarão no saldo das exportações”, completa Santin.<br\/>Já em carne suína, as projeções da ABPA indicam crescimento de até 5% na produção em 2022, podendo alcançar 4,95 milhões de toneladas. Em 2023, a produção deverá chegar a até 5,1 milhões de toneladas, com elevação de 3%.<br\/>A disponibilidade de produtos para o mercado interno neste ano deverá ser até 9% maior, com 3,9 milhões de toneladas. Para 2023, a expectativa é de nova elevação, chegando a 3,95 milhões de toneladas, número 2% maior.<br\/>\"A carne suína está mais competitiva que as demais proteínas, o que tem gerado um considerável impulso no consumo interno que deverá pela primeira vez atingir os 18 quilos per capita. Neste contexto, a diversificação e customização de produtos pelas agroindústrias vêm gerando oportunidades interessantes e possibilitando ao consumidor descobrir a qualidade e a variedade proporcionada pela carne suína que combina com praticamente tudo. Pelo lado da produção, tivemos um primeiro semestre bastante complicado, mas tudo indica que a segunda parte do ano seja melhor, tanto no mercado interno quanto nas exportações”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.<br\/>Por fim, as exportações projetadas pelo setor para o ano deverão alcançar até 1,1 milhão de toneladas, número 3% menor que o registrado em 2022, mas mesmo assim o segundo melhor resultado da história da suinocultura brasileira. Em 2023, entretanto, é esperada nova elevação, de até 9%, com volumes que podem alcançar 1,2 milhão de toneladas.<br\/>\"Há expectativa de incremento nas importações chinesas de carne suína ao longo do segundo semestre, o que deverá favorecer as exportações do setor, conforme já temos notado. Soma-se a isto a abertura do mercado do Canadá, as reduções tarifárias da Coreia do Sul e Vietnã, além da ampliação das vendas para novos mercados, como a Tailândia. Muito possivelmente a média mensal de exportações ficará próxima das 100 mil toneladas a partir de agora”, completa Rua.<br\/><strong class=\"btk\">Estudo de competitividade setorial<\/strong><br\/><strong class=\"btk\"> <\/strong>Durante a coletiva, a ABPA apresentou pontos de um amplo estudo que detalha fatores da capacidade competitiva da avicultura e da suinocultura do Brasil.<br\/>Um dos pontos abordados no estudo foi o aumento dos insumos que compõem a produção. O polietileno utilizado na produção de embalagens acumulou alta de 61% entre 2018 e 2021, segundo o estudo.<br\/>A energia elétrica aumentou, no mesmo período, 32% – mantendo o Brasil entre os países com custos energéticos menos competitivos, em comparação com outros grandes exportadores mundiais de proteínas.<br\/>Os custos também se tornaram mais elevados na logística de exportação.  A média do frete internacional por contêiner saltou de US$ 3,89 mil dólares em 2018, para mais de US$ 7 mil em 2021.<br\/>\"O estudo nos mostrou que, além de repensarmos questões fundamentais para o país como a carga tributária que recai sobre os insumos, é preciso fortalecer as políticas de oferta destes elementos fundamentais para produção.  Ao mesmo tempo, é primordial aprofundar a posição do país como grande exportador, por meio da ampliação de acordos comerciais que nos tornem mais competitivos em mercados onde a taxação e outras barreiras nos acometem de forma mais severa, em relação aos nossos competidores, assim como questões logísticas que impactem o potencial exportador do país”, conclui Ricardo Santin.<br\/>O estudo será apresentado durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado entre 09 e 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">SOBRE O SIAVS<\/strong><br\/><strong class=\"btk\"> <\/strong>Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil será ainda maior que sua edição anterior, realizada em 2019. Sua área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.<br\/>Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.<br\/>Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram as apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.<br\/>","date_published":"2022-09-30T19:50:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1jFu.webp"},{"id":"69e0a007d693d452914051","title":"Matriz Energética e Elétrica","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Matriz_Energética_e_Elétrica","content_html":"Como vimos no texto <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/abcdenergia\/o-que-e-energia\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">O que é energia?<\/strong><\/a>, precisamos de energia, por exemplo, para acender a luz, preparar nossas refeições e nos transportar de carro até a escola, a praia... Essa <strong class=\"btk\">energia <\/strong>vem de um conjunto de <strong class=\"btk\">fontes <\/strong>que formam o que chamamos de <strong class=\"btk\">matriz energética<\/strong>. Ou seja, ela representa o conjunto de fontes disponíveis em um país, estado, ou no mundo, para suprir a necessidade (demanda) de energia.<br\/><br\/> <br\/><br\/><br\/> <br\/><br\/><table class=\"bug\"><tr class=\"bv6\"><td class=\"ha\">​Dica: Antes de conhecer a matriz energética, vale a pena conferir os textos sobre <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/abcdenergia\/formas-de-energia\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Formas de Energia <\/strong><\/a>e <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/abcdenergia\/fontes-de-energia\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Fontes de Energia<\/strong><\/a>.<\/td><\/tr><\/table><br\/> <br\/>Muitas pessoas confundem a matriz energética com a <strong class=\"btk\">matriz elétrica<\/strong>, mas elas são diferentes. Enquanto a matriz energética representa o conjunto de <strong class=\"btk\">fontes de energia <\/strong>disponíveis para movimentar os carros, preparar a comida no fogão e gerar eletricidade, a matriz elétrica é formada pelo conjunto de fontes disponíveis apenas para a geração de energia elétrica. Dessa forma, podemos concluir que a matriz elétrica é parte da matriz energética.<br\/>Que tal conhecermos a matriz energética mundial e a brasileira?<br\/><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/\" tabindex=\"0\" type=\"text\/html\">Voltar ao topo<\/a>]<br\/> <br\/><br\/> <br\/>MATRIZ ENERGÉTICA<br\/>O mundo possui uma matriz energética composta, principalmente, por <strong class=\"btk\">fontes não renováveis<\/strong>, como o carvão, petróleo e gás natural:<br\/><br\/><br\/> <br\/> <br\/><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.iea.org\/data-and-statistics\/data-browser?country=WORLD&amp;fuel=Energy%20supply&amp;indicator=TESbySource\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Matriz Energética Mundial 2019<\/strong><\/a><strong class=\"btk\"> <\/strong>(IEA, 2021)<br\/><strong class=\"btk\">Fontes renováveis <\/strong>como solar, eólica e geotérmica, por exemplo, juntas correspondem a apenas 2% da <strong class=\"btk\">matriz energética mundial<\/strong>, assinaladas como \"Outros” no gráfico. Somando à participação da energia hidráulica e da biomassa, as renováveis totalizam aproximadamente 14%.<br\/>A matriz energética do Brasil é muito diferente da mundial. Por aqui, apesar do consumo de energia de fontes não renováveis ser maior do que o de renováveis, usamos mais fontes renováveis que no resto do mundo. Somando lenha e carvão vegetal, hidráulica, derivados de cana e outras renováveis, nossas renováveis totalizam 48,3%, quase metade da nossa matriz energética:<br\/><br\/> <br\/> <br\/>  <strong class=\"btk\">    <\/strong><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/publicacoes-dados-abertos\/publicacoes\/balanco-energetico-nacional-ben\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Matriz Energética Brasileira 2020<\/strong><\/a> (BEN, 2021)<br\/><br\/> <br\/>Vamos comparar o consumo de energia proveniente de fontes renováveis e não renováveis no Brasil e no mundo para o ano de 2019?<br\/><br\/>Percebemos pelo gráfico que a <strong class=\"btk\">matriz energética brasileira <\/strong>é mais renovável do que a mundial.<br\/>Essa característica da nossa matriz é muito importante. As fontes não renováveis de energia são as maiores responsáveis pela <strong class=\"btk\">emissão de gases de efeito estufa<\/strong> (GEE). Como consumimos mais energia das fontes renováveis que em outros países, dividindo a emissão de gases de efeito estufa pelo número total de habitantes no Brasil, veremos que nosso país emite menos GEE por habitante que a maioria dos outros países. Você pode aprender mais sobre esse assunto em <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/abcdenergia\/clima-e-energia\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Mudanças climáticas e Transição energética<\/strong><\/a>.<br\/>Quer ver como e onde o <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/abcdenergia\/infograficos\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">petróleo<\/strong><\/a> e o <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/abcdenergia\/infograficos\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">gás natural<\/strong><\/a> são produzidos e utilizados? Clique nos links!<br\/>Agora que sabemos o que é a matriz energética e conhecemos sua composição no Brasil e no mundo, vamos descobrir mais sobre a matriz elétrica?<br\/><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/\" tabindex=\"0\" type=\"text\/html\">Voltar ao topo<\/a>]<br\/> <br\/> <br\/>MATRIZ ELÉTRICA<br\/>Como já vimos no início desse texto, a matriz elétrica é formada pelo conjunto de fontes disponíveis apenas para a geração de energia elétrica em um país, estado ou no mundo. Precisamos da energia elétrica, por exemplo, para assistir televisão, ouvir músicas no rádio, acender a luz, ligar nossa geladeira, carregar nosso celular, entre tantas outras coisas.<br\/>A geração de energia elétrica no mundo é baseada, principalmente, em <strong class=\"btk\">combustíveis fósseis <\/strong>como carvão, óleo e gás natural, em termelétricas. Vamos conhecer a <strong class=\"btk\">matriz elétrica mundial<\/strong>?<br\/><br\/>  <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.iea.org\/data-and-statistics\/data-browser?country=WORLD&amp;fuel=Energy%20supply&amp;indicator=ElecGenByFuel\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Matriz Elétrica Mundial 2019<\/strong><\/a><strong class=\"btk\"> <\/strong>(IEA, 2021)<br\/>A <strong class=\"btk\">matriz elétrica brasileira <\/strong>é ainda mais <strong class=\"btk\">renovável <\/strong>do que a energética, isso porque grande parte da energia elétrica gerada no Brasil vem de usinas hidrelétricas. A energia eólica também vem crescendo bastante, contribuindo para que a nossa matriz elétrica continue sendo, em sua maior parte, renovável.<br\/> <br\/><br\/><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/publicacoes-dados-abertos\/publicacoes\/balanco-energetico-nacional-ben\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Matriz Elétrica Brasileira 2020<\/strong><\/a> (BEN, 2021) <br\/> <br\/>Vamos comparar a utilização de fontes renováveis e não renováveis para a geração de energia elétrica no Brasil e no mundo para o ano de 2019?<br\/> <br\/><br\/>Aprendemos com o gráfico que a matriz elétrica brasileira é baseada em fontes renováveis de energia, ao contrário da matriz elétrica mundial. Isso é ótimo para o Brasil, pois além de possuírem menores custos de operação, as usinas que geram energia a partir de fontes renováveis em geral emitem bem menos gases de estufa.<br\/>E aí, gostou do texto? O que você acha de recomendar aos seus amigos?<br\/>Acesse também o Balanço Energético Nacional Interativo (<a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/publicacoes-dados-abertos\/publicacoes\/balanco-energetico-nacional-interativo\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">BEN Interativo<\/strong><\/a>) para conhecer como foi a evolução da nossa matriz ao longo do tempo.<br\/>Gostaria de saber como a eletricidade chega até nossas casas? Veja <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/pt\/abcdenergia\/infograficos\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">aqui<\/strong><\/a>.<br\/> <br\/>Mais uma dica: ouça nosso <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.epe.gov.br\/sites-pt\/abcdenergia\/Paginas\/Podcasts.aspx\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">podcast <\/a>com histórias e conversas sobre <strong class=\"btk\">matriz energética <\/strong>e <strong class=\"btk\">matriz elétrica<\/strong> ;)<br\/>","date_published":"2022-09-30T13:50:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1oqV.webp"},{"id":"69e0a007d6ad4408062864","title":"Entenda o que é o hidrogênio verde, chamado de `combustível do futuro` na transição energética","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Entenda_o_que_é_o_hidrogênio_verde,_chamado_de_`combustível_do_futuro`_na_transição_energética","content_html":"<a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/autores\/tamara-nassif.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><strong class=\"btk\">Tamara Nassif<\/strong><\/a><br\/><strong class=\"btk\">FOLHA DE SÃO PAULO<\/strong><br\/> <br\/>Não há nada mais simples na natureza do que o hidrogênio. Ele é o primeiro elemento químico da tabela periódica, está nas moléculas de água e no ar atmosférico e, fora do planeta Terra, responde por 75% da massa de todo o Universo.<br\/>Na economia global, o que é simples pode ser uma <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2023\/01\/entenda-a-corrida-pelo-hidrogenio-verde-e-por-que-o-brasil-pode-ser-uma-potencia.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">verdadeira mina de ouro<\/a>. O hidrogênio vem sendo chamado de <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/colunas\/painelsa\/2022\/12\/governo-gaucho-quer-hidrogenio-ate-em-caminhao.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">\"combustível do futuro\"<\/a>, graças ao potencial de geração de energia e o papel que ele pode desempenhar na transição energética.<br\/>Mas não é qualquer hidrogênio que interessa: é o \"verde\", dentre um espectro de cores que vêm sendo usadas para designar o grau de sustentabilidade do gás (veja mais abaixo).<br\/>Também chamado de H2V, o hidrogênio verde é a versão sustentável do gás, usado para abastecer veículos movidos a células de combustível e armazenar energia produzida por fontes renováveis, além de servir de matéria-prima para produtos da indústria de aço, farmacêutica e de metais. Ele pode ser aproveitado inclusive para a produção de fertilizantes para agricultura, sobretudo a amônia.<br\/>Os investimentos para produzi-lo têm galgado posições na casa dos bilhões de dólares: a previsão é que esse mercado movimente US$ 350 bilhões globalmente até 2030, de acordo com um estudo da consultoria Thymos Energia. Só no Brasil, a estimativa é de US$ 28 bilhões, 8% do total.<br\/>O carimbo \"verde\" deriva da forma com que ele é produzido. Apesar de abundante na natureza, o hidrogênio raramente é encontrado em sua forma elementar (H2) e quase sempre integra moléculas mais complexas, como o metano (CH4) —o gás natural— e a própria água (H2O).<br\/>Para extraí-lo desses componentes, é preciso empregar energia elétrica. Quando a eletricidade usada para quebrar a molécula vem de fontes sustentáveis, como eólica e solar, o hidrogênio resultante é chamado de verde.<br\/>O processo de quebra da molécula de água —chamado de eletrólise— termina com H2 de um lado e O2, oxigênio que respiramos, de outro.<br\/><br\/> <br\/><br\/>De acordo com cálculos do Coppe-UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de pós-graduação e pesquisa de engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), é preciso empregar 58 kWh para produzir 1 kg de gás hidrogênio verde —cerca de um terço do consumo médio mensal de uma casa, que gira em torno de 150 kWh.<br\/>Pode parecer estranho gastar mais energia para produzir o hidrogênio do que ele seria capaz de prover depois (40 kWh por quilo), mas o objetivo do gás não é gerar eletricidade, e, sim, substituir os combustíveis fósseis em setores que são muito difíceis de descarbonizar, como produção de aço e aviação.<br\/>Assim, por mais que ele gere menos energia do que ele \"consome\" na produção, ele vale muito a pena, porque emite muito menos. O hidrogênio tem a maior densidade energética entre os combustíveis disponíveis hoje: os 40 kWh que um quilo do gás é capaz de gerar equivalem à mesma energia gerada por 2,4 kg de metano ou 2,8 kg de gasolina (aproximadamente 4 litros).<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">QUAIS SÃO AS OUTRAS ‘CORES’ DO HIDROGÊNIO?<\/strong><br\/>Quando o hidrogênio é obtido da quebra de outras moléculas que não a da água, ou a energia usada no processo deriva de outras fontes, ele é classificado com outras cores. O gás, vale a ressalva, é incolor.<br\/>O hidrogênio \"cinza\" deriva da queima de combustíveis fósseis, em especial o gás natural, por meio de um processo chamado de \"reforma a vapor\". O procedimento libera grandes quantidades de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Se esse CO2 for capturado e armazenado no solo, o hidrogênio deixa de ser cinza e passa a ser chamado de hidrogênio \"azul\" —pois, nesse caso, a captura do gás carbônico neutraliza seu efeito poluente.<br\/>Quando o hidrogênio vem da gaseificação do carvão, leva as cores \"preto\" e \"marrom\", diferenciadas a partir do tipo de carvão usado. O preto vem do betuminoso; o marrom, do linhito. O processo é considerado altamente poluente, uma vez que libera CO2 e monóxido de carbono (CO) na atmosfera.<br\/> <br\/>Na paleta de cores, também entram rosa ou roxo, que, assim como o verde, são produzidos a partir da quebra da molécula de água. A diferença é que a energia usada é a nuclear: o hidrogênio rosa é produzido a partir da energia elétrica gerada por uma usina, enquanto o processo para obtenção do hidrogênio roxo também emprega calor.<br\/>Há ainda o hidrogênio \"branco\", também chamado de \"natural\" ou, <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2024\/02\/geologos-sinalizam-inicio-da-corrida-do-ouro-do-hidrogenio.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">em alguns países, de \"dourado\",<\/a> um dos poucos casos em que o elemento químico aparece em sua forma elementar.<br\/>Ele naturalmente deriva da crosta terrestre e se forma no subsolo, quando água aquecida encontra rochas ricas em ferro e libera H2. O diferencial do branco para o verde é que ele não precisa passar pela eletrólise, o que o torna mais barato –mas não mais fácil de encontrar.<br\/>Reservas subterrâneas de hidrogênio branco vêm sendo identificadas aos poucos, e a última grande descoberta ocorreu no <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2023\/12\/como-hidrogenio-subterraneo-podera-criar-uma-nova-corrida-do-ouro-no-mundo.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">final do ano passado<\/a>, em Lorraine, na França. Lá, a estimativa dos geólogos é que existam até 250 milhões de toneladas do gás, mas ainda não existem estratégias claras de como alcançá-lo e, mais do que isso, extraí-lo. Se comprovada a abundância, pode se tratar de um \"Santo Graal\" da energia, como alguns especialistas já vêm chamando.<br\/>Enquanto isso não acontece, o hidrogênio verde continua sendo a bola da vez. Mas não sem entraves.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">QUAIS AS DIFICULDADES DA PRODUÇÃO DE HIDROGÊNIO VERDE?<\/strong><br\/>As dificuldades são, sobretudo, de custo e de logística.<br\/>O hidrogênio é um gás extremamente volátil. Para armazená-lo, é preciso que ele seja submetido a baixas temperaturas, em torno de -270ºC (ou seja, perto do zero absoluto), e muita pressão, o que dificulta o transporte.<br\/>Além disso, a própria produção do H2V é desafiadora. \"É muito mais cara do que a convencional [do hidrogênio cinza]\", afirma Diogo Lisbona, pesquisador do FGV-CERI (Centro de Estudos e Regulação em Infraestrutura da Fundação Getulio Vargas).<br\/>Segundo análise da BloombergNEF feita no ano passado, o quilo do hidrogênio cinza custa entre US$ 0,98 e US$ 2,93; o do azul, de US$ 1,8 a US$ 4,7. O verde, por outro lado, varia entre US$ 4,5 e US$ 12.<br\/>São duas causas para esse alto custo. A primeira é a oferta de eletrolisadores, as máquinas que quebram a molécula de água. \"Eles ainda são pouco produzidos, e não existem muitos projetos de larga escala\", diz o especialista.<br\/>A IEA (Agência Internacional de Energia, na sigla em inglês) ainda estima que, no ano passado, a capacidade dos eletrolisadores já instalados beirou 3 GW no mundo todo. Para efeitos de comparação, só a usina binacional de Itaipu, responsável por 8,6% da energia consumida no Brasil e 86,3% do consumo do Paraguai, tem potência instalada de 14 GW.<br\/>Se todos os projetos em preparação forem executados, a capacidade poderá chegar a 365 GW em 2030 —um salto de mais de 1.200%, mas ainda aquém dos 550 GW necessários para zerar emissões líquidas de carbono até 2050.<br\/>O principal empecilho, porém, é a energia elétrica vinda de fontes renováveis, que representa quase 70% do custo para produzir o H2V.<br\/>Apenas 14% da matriz energética —que considera não apenas eletricidade, mas outros usos de energia, como movimentar um carro e operar um parque industrial— do mundo vem de fontes renováveis. Segundo o site Our World in Data, da Universidade de Oxford, a fonte mais consumida hoje é o petróleo (31,6%), seguido de carvão (26,7%) e gás natural (23,5%).<br\/>É nesse contexto que o Brasil \"sai bem na foto\", afirma Lisbona.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">QUAL É A POSIÇÃO DO BRASIL NO MERCADO DE PRODUÇÃO DE HIDROGÊNIO VERDE?<\/strong><br\/>As condições climáticas favoráveis à geração de energia solar e eólica colocam o Brasil no <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/seminariosfolha\/2024\/02\/hidrogenio-verde-e-etanol-de-milho-sao-apostas-para-transicao-energetica-no-brasil.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">centro do debate do \"combustível do futuro\"<\/a>.<br\/>De acordo com a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), 45% da matriz energética brasileira vem de fontes renováveis, sendo que a matriz elétrica —que considera apenas a produção de energia elétrica— é mais de 80% limpa (contra 28% de todo o mundo).<br\/>A alta oferta coloca o país entre os mais competitivos em termos de preço, e um forte candidato a se tornar um dos principais produtores e exportadores de hidrogênio verde.<br\/>Um estudo da BloombergNEF projeta o Brasil como um dos únicos capazes de oferecer hidrogênio verde a um custo inferior a US$ 1 por quilo até 2030. Considerando o longo prazo (2050), a cifra pode cair para US$ 0,55\/kg.<br\/> <br\/>Mas, para viabilizar esse cenário, o país precisará investir alto na indústria, algo em torno de US$ 200 bilhões (cerca de R$ 1 trilhão) até 2040, segundo estimativas da consultoria McKinsey.<br\/>A <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2022\/07\/unigel-investira-us-120-mi-em-primeira-fase-de-fabrica-de-hidrogenio-verde-na-bahia.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">primeira fábrica de H2V <\/a>está sendo construída no município de Camaçari, na Bahia. Em julho de 2022, a Unigel, empresa especializada em<a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mpme\/2023\/10\/hidrogenio-verde-pode-aquecer-industria-local-de-fertilizantes.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"> fertilizantes nitrogenados<\/a>, anunciou o projeto, com investimento inicial de US$ 120 milhões (cerca de R$ 590 milhões). A usina deve entrar em operação neste ano.<br\/>O Nordeste guarda a promessa de maior concentração de fábricas de H2V no Brasil. A região quer se posicionar como polo produtor, graças ao alto potencial de geração de energia solar e eólica, além da maior proximidade com o mercado europeu, um dos mais interessados no hidrogênio verde.<br\/>O Ceará é o estado com o maior número de projetos já anunciados, mas Bahia, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte vêm logo atrás.<br\/> <br\/>O interesse internacional no Brasil, sobretudo de países europeus, também tem crescido. A Alemanha, por exemplo, tem financiado projetos de hidrogênio verde em laboratórios de universidades federais, notadamente a UFSC, em Santa Catarina, a UFRJ, no Rio de Janeiro, e a de Itajubá, em Minas Gerais.<br\/>Hoje, de acordo com a IEA, os Estados Unidos e a União Europeia lideram em políticas de fomento ao H2V, ao passo que a China assumiu a dianteira na implantação de usinas.<br\/>A Índia também é destaque no cenário mundial. O país aprovou, em janeiro de 2023, a chamada Missão Nacional de Hidrogênio Verde, com o objetivo de se tornar líder em fabricação de eletrolisadores e produzir 5 milhões de toneladas do combustível até 2030.<br\/>Por ora, a produção global ainda engatinha. \"É uma tecnologia nova, uma indústria nova, uma demanda nova. O custo precisa ser reduzido para que a coisa deslanche, ou que existam mercados dispostos a pagar\", explica Lisbona, da FGV.<br\/>Já existem projetos que empregam o H2 —mas não o verde— como combustível, a exemplo de um <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2022\/09\/trem-movido-a-hidrogenio-comeca-a-ser-testado-na-alemanha.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">trem na Alemanha<\/a>, <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/fotografia.folha.uol.com.br\/galerias\/1778304476512372-veja-o-carro-movido-a-hidrogenio-que-integra-projeto-da-usp\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">carros elétricos<\/a> e o Energy Observer, o<a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2023\/11\/primeiro-navio-movido-a-hidrogenio-verde-chega-ao-brasil-defendendo-etanol.shtml\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"> primeiro barco movido a hidrogênio<\/a> do mundo.<br\/> <br\/>","date_published":"1970-01-01T00:00:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1PCe.webp"},{"id":"69e0a007d6c82127956389","title":"Eólica offshore pode ampliar em 3,6 vezes capacidade de energia no país, aponta CNI","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Eólica_offshore_pode_ampliar_em_3,6_vezes_capacidade_de_energia_no_país,_aponta_CNI","content_html":" <br\/><i>Estudo mapeia as áreas em alto mar com maior potencial e os principais setores a serem beneficiados. PI, CE, RN, RJ, ES e RS têm mais oportunidades de exploração. Mas ainda há barreiras para a atividade<\/i><br\/> <br\/>A fonte eólica, que usa a força dos ventos para produção de energia, já é conhecida no Brasil. A presença de turbinas em terra, no entanto, não é a única forma de geração de eletricidade. É possível colocá-las também no mar, a chamada energia eólica <i>offshore<\/i>.<br\/> <br\/>Realidade na Europa, Ásia e América do Norte, a eólica <i>offshore<\/i> começou a dar seus primeiros passos no Brasil, com pedidos de licenciamento no Ibama:<br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Até 30 de agosto deste ano, o órgão ambiental contabilizava 78 pedidos de licenciamento, somando 189 GW de potência instalada – quase a capacidade total de energia já instalada centralizada no país e conectada ao Sistema Interligado Nacional (194 GW).<\/li><\/ul> <br\/>A capacidade de exploração e as principais barreiras para o desenvolvimento de projetos constam do estudo Oportunidades e desafios para geração eólica <i>offshore<\/i> no Brasil e a produção de hidrogênio de baixo carbono –  elaborado pela <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/cni\/?utm_source=jor&amp;utm_medium=agn&amp;utm_campaign=noticia&amp;utm_content=textoevideo-fixo\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Confederação Nacional da Indústria (CNI) <\/a>e que será lançado na terça-feira (12), em Brasília, no evento pré-COP 28. O encontro vai reunir o setor produtivo, o governo e a sociedade civil para debater assuntos da Conferência da ONU sobre Mudanças Climática, que vai ocorrer em Dubai entre os dias 30 de novembro e 12 de dezembro.<br\/> <br\/>O gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, explica sobre energia eólica offshore. Assista:<br\/> <br\/><br\/> <br\/><br\/><div class=\"bus\"><a class=\"bxi c8 z5\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=qyJsDn0mpkM\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\"><span class=\"bse dzl\"><\/span><span class=\"bse dzm\"><\/span><\/a><\/div> <br\/>A consolidação dessa cadeia de valor no Brasil pode impulsionar a economia e facilitar a retomada da industrialização. Além de oferecer uma fonte de energia limpa e renovável, o setor vai:<br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">atrair empregos e investimento;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">estimular o desenvolvimento tecnológico e científico;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">apoiar a promoção do hidrogênio de baixo carbono no país.<\/li><\/ul> <br\/><strong class=\"btk\">Potencial brasileiro da eólica offshore<\/strong><br\/> <br\/>Globalmente, estima-se que 260 GW podem ser gerados até 2030, elevando o total global de instalações eólicas <i>offshore <\/i>para 316 GW ao final desta década. Para isso, estão previstos investimentos na ordem de US$ 1 trilhão.<br\/> <br\/>Os números globais ainda não repercutiram no Brasil, cujo aproveitamento do potencial energético<i> offshore<\/i>, de cerca de 700 GW (3,6 vezes a capacidade de energia já instalada no país), segue inexplorado. Mas por onde começar?<br\/> <br\/>A CNI mapeou uma faixa costeira e identificou as regiões com maiores oportunidades de exploração:<br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">no Nordeste, é observada uma grande área de viabilidade na costa entre o estado do Piauí, do Ceará e no Rio Grande do Norte;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">também há uma área de grande interesse no Sudeste, entre os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">e, na região Sul, observa-se uma área no estado do Rio Grande do Sul, na Lagoa dos Patos.<\/li><\/ul> <br\/>Com cadeias de suprimentos maduras nos setores relacionados à energia eólica onshore, petróleo e gás, o Brasil tem bagagem e experiência para alavancar a produção <i>offshore<\/i> nesses estados. Por exemplo, a ABEEólica, associação que reúne mais de 100 empresas do setor eólico no Brasil, tem 23 integrantes que estão alocados na categoria \"Engenharia, Consultoria e Construção” e que poderão estender seus serviços para a indústria eólica <i>offshore<\/i>.<br\/> <br\/>Além de ajudar o Brasil no cumprimento das metas definidas pelo Acordo de Paris, há a expectativa de que o setor eólico – <i>onshore<\/i> e <i>offshore<\/i> incluídos – empregue cerca de 2,2 milhões de pessoas até 2030 e mais 2,1 milhões até 2050 no mundo, segundo a Agência Internacional de Energias Renováveis.<br\/><i>ACORDO DE PARIS: o Brasil deve reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 37% até 2025 e em 50% até 2030, tendo como base as emissões de 2005. Além disso, no ano passado, o Brasil se comprometeu a alcançar emissões líquidas neutras até 2050.<\/i><br\/> <br\/>O conhecimento desenvolvido sobre energias renováveis, a extensa costa e a localização privilegiada para acessar os mercados com as maiores demandas para importação do hidrogênio podem colocar o Brasil como um forte competidor na geração de energia eólica offshore. Essa modalidade, inclusive, integra a estratégia da CNI para uma economia de baixo carbono e impulsioná-la é uma das prioridades do Plano de Retomada da Indústria, apresentado pela Confederação ao governo federal neste ano.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Como aproveitar esse potencial?<\/strong><br\/> <br\/>O decreto 10.946, de janeiro de 2022, trouxe o regulamento sobre a cessão de uso de espaços físicos e o aproveitamento dos recursos naturais em águas para o desenvolvimento da energia eólica <i>offshore<\/i>. Mas a natureza do ato não foi suficiente para trazer segurança jurídica aos investidores.<br\/>Para que o Brasil ocupe um lugar de destaque no mapa mundial, é preciso um marco regulatório que traga previsibilidade e regras claras. Nesse sentido, tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que regulamenta o modelo de cessão de áreas, a cobrança de outorgas e os critérios para a realização dos leilões.<br\/>Hidrogênio de baixo carbono.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Hidrogênio de baixo carbono<\/strong><br\/> <br\/>Uma das questões levantadas pelo estudo da CNI é como o setor elétrico vai absorver toda essa expectativa de desenvolvimento e expansão da geração. O hidrogênio de baixo carbono, então, surge como um caminho para viabilizar os projetos.<br\/>O hidrogênio pode ser produzido a partir de diversas rotas. Hoje, a maior parte é produzida a partir de rotas fósseis, sendo cerca de 71% por meio do gás natural e 27%, da gaseificação do carvão. Apesar disso, o hidrogênio pode ser adquirido a partir da eletrólise com fontes de energia elétrica renovável, a exemplo da eólica offshore.<br\/>Ainda que o hidrogênio de baixo carbono provavelmente só tenha mercado consumidor em cerca de dois a três anos, a CNI avalia que é preciso iniciar acordos, memorandos de entendimento e desenvolvimento de infraestrutura para o país se posicionar no mercado.<br\/> <br\/>Veja os setores da indústria que mais podem ser beneficiados:<br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">na siderurgia, o hidrogênio de baixo carbono pode ser usado na produção de aço, conhecido como aço verde;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">as refinarias também são consumidoras de hidrogênio cinza em larga escala. Produzido a partir da reforma do gás natural, o hidrogênio cinza poderia ser substituído pelo hidrogênio de baixo carbono;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">outra alternativa de descarbonização considerada muito potente é a produção de metanol usando hidrogênio de baixo carbono, além de suas aplicações nos setores de transporte e de armazenamento de energia elétrica;<\/li><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">e há ainda grande oportunidade de se utilizar o hidrogênio produzido a partir de energia eólica offshore para o desenvolvimento de fertilizantes. Em 2022, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) registrou que 45,6% dos fertilizantes e adubos compostos por nitrogênio foram importados pelo Brasil.<\/li><\/ul> <br\/>Fonte: <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/noticias\/sustentabilidade\/eolica-offshore-pode-ampliar-em-36-vezes-capacidade-de-energia-no-pais-aponta-cni\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Agência de Notícia da Indústria<\/a><br\/> <br\/>","date_published":"1970-01-01T00:00:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1E9z.webp"},{"id":"69e0a007d6e3d690406216","title":"Diálogo Pré-COP28 debate papel da indústria brasileira na agenda climática","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Diálogo_Pré-COP28_debate_papel_da_indústria_brasileira_na_agenda_climática","content_html":" <br\/>Com a proximidade da mais importante conferência internacional sobre mudanças climáticas, a <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/cni\/?utm_source=jor&amp;utm_medium=agn&amp;utm_campaign=noticia&amp;utm_content=textoevideo-fixo\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Confederação Nacional da Indústria (CNI)<\/a> reunirá o setor industrial para debater propostas e fomentar o diálogo com o governo sobre os desafios e oportunidades da agenda climática global. O Diálogo Pré-COP28 vai discutir o papel da indústria para o desenvolvimento sustentável e adiantar as discussões e propostas que serão levadas pelo Brasil a Dubai no final de novembro.<br\/> <br\/> <br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">O evento será nesta terça-feira (12), em Brasília, com transmissão online pelo <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=eAnU3ePZiLQ\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">canal da CNI no YouTube<\/a>.<\/li><\/ul> <br\/>Painéis com a participação de especialistas e representantes do setor industrial e do governo discutirão transição energética, financiamento sustentável e estratégias empresariais voltadas para a descarbonização da economia. Também serão realizadas sessões especiais para discutir temas como aquecimento global e tecnologia e inovação.<br\/>O professor da Universidade de Columbia e prêmio Nobel de Economia, Joseph Stiglitz, é um dos convidados, e vai falar sobre o papel estratégico do Brasil na transição global para uma economia de baixo carbono. Entre as autoridades confirmadas estão o secretário Nacional de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Rodrigo Rollemberg, e o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.<br\/> <br\/> <br\/> <br\/> <br\/><ul class=\"bwm bwn\"><li class=\"zo\" data-onmouseover=\"{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}\">Confira a <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/cni\/eventos\/dialogo-pre-cop-28-o-papel-da-industria-na-agenda-de-clima\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">programação<\/a> do evento Diálogo Pré-COP28.<\/li><\/ul> <br\/><strong class=\"btk\">Indústrias de diferentes setores apresentam iniciativas para reduzir emissões<\/strong><br\/> <br\/>A mobilização do setor industrial tem sido fundamental para o Brasil avançar no alcance das metas estabelecidas no Acordo de Paris. A estratégia estabelecida pela CNI é focada em quatro pilares: transição energética, mercado de carbono, economia circular, e bioeconomia e conservação florestal.<br\/>Orientada por essas diretrizes, a indústria brasileira tem buscado inovar no uso sustentável da biodiversidade brasileira e aplicar utilizar tecnologias mais limpas e eficientes em seus processos produtivos, desenvolvendo, inclusive, novos modelos de negócios com foco na redução da pegada de carbono e na competitividade de seus produtos no mercado internacional.<br\/> <br\/>\"São iniciativas rumo a um futuro mais sustentável e em conformidade com os compromissos globais de combate às mudanças climáticas”, afirma o gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo. \"Queremos mostrar como a cooperação entre os setores público e privado tem contribuído para alcançar as metas estabelecidas pelo Acordo de Paris e dar uma oportunidade às empresas mostrarem as ações e tecnologias de baixo carbono que estão adotando para mitigar as emissões de gases de efeito estufa e se adaptar aos impactos da mudança do clima”, completa.<br\/>No evento Diálogos Pre-COP28, as empresas Suzano, BRF e Acelen participarão de um painel apresentando iniciativas que vêm desenvolvendo, com ênfase em ações e tecnologias de baixo carbono, para a redução das emissões de GEE.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Discussões antecipam propostas do Brasil para a COP28<\/strong><br\/> <br\/>A 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 28) será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes, de 30 de novembro a 12 de dezembro. Além de reunir líderes governamentais, empresários, especialistas e representantes da sociedade civil de todo o mundo, a COP28 tem o intuito de avaliar os avanços conquistados pelo Acordo de Paris e aprofundar as negociações sobre os temas mais relevantes do acordo climático.<br\/>O programa adotado neste ano reflete os tópicos levantados durante consultas com representantes de governos, empresários, sociedade civil, entre outros, e inclui novas áreas de atuação como saúde, comércio, ajuda humanitária, e paz. A programação também incorpora quatro temas transversais para que o resultado das negociações seja uma entrega eficaz e interligada: tecnologia e inovação; inclusão; comunidades da linha de frente; e finanças.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Serviço<\/strong><br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Evento:<\/strong> Diálogos Pré-COP28 – O papel da indústria na agenda de clima<br\/><strong class=\"btk\">Data e horário: <\/strong>Terça-feira, 12 de setembro, das 9h às 18h30<br\/><strong class=\"btk\">Local: <\/strong>Estúdio da CNI (Setor Bancário Norte, Quadra 1, Bloco C – Ed. Roberto Simonsen) ou pelo YouTube da CNI<br\/><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/cni\/eventos\/dialogo-pre-cop-28-o-papel-da-industria-na-agenda-de-clima\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Transmissão em português<\/a><br\/><a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/cni\/eventos\/pre-cop-28-dialogue-the-role-of-industry-in-the-climate-agenda\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Transmissão em inglês<\/a><br\/>Fonte: <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/noticias\/sustentabilidade\/dialogo-pre-cop28-debate-papel-da-industria-brasileira-na-agenda-climatica\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Agência de Notícias da Indústria<\/a><br\/> <br\/> <br\/> <br\/> <br\/> <br\/>","date_published":"1970-01-01T00:00:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/1E9y.webp"},{"id":"69e0a007d6fe5892244075","title":"Painéis elétricos aprimoram a produção na indústria alimentícia reduzindo os custos sem comprometer a qualidade","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Painéis_elétricos_aprimoram_a_produção_na_indústria_alimentícia_reduzindo_os_custos_sem_comprometer_a_qualidade","content_html":"A conservação de alimentos muitas vezes se resume ao congelamento ou à manutenção em temperaturas adequadas, tornando a geladeira um item indispensável. No entanto, esse conforto vem acompanhado do custo de energia elétrica. Agora, imagine a complexidade enfrentada por uma indústria, que precisa manter suas operações em perfeitas condições para a venda e distribuição aos consumidores finais. O consumo elétrico assume proporções significativas.<br\/> <br\/>Segundo o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2023 da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME) do Governo Federal, a indústria alimentícia é a segunda que mais consome eletricidade, ficando atrás da metalúrgica.<br\/> <br\/>O consumo de eletricidade nos setores de Alimentos e Bebidas aumentou 9,2% e 7,7%, respectivamente, no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2021. O levantamento foi realizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica — CCEE, e os dados são do monitoramento periódico de indústrias e grandes empresas que adquirem seu fornecimento no Ambiente de Contratação Livre — ACL, também conhecido como mercado livre. No caso do ramo alimentício, a carga consumida foi de 2.387 megawatts médios.<br\/> <br\/>Manter uma operação industrial no setor alimentício em pleno funcionamento não é uma tarefa simples. Para contornar desafios ligados à energia elétrica, a indústria precisa adotar tecnologias apropriadas que assegurem uma distribuição eficiente de energia, evitando interrupções devido a problemas elétricos.<br\/> <br\/>Nesse cenário, o uso de painéis elétricos de média tensão figuram como um meio seguro e eficaz. O painel elétrico funciona como o \"cérebro”, comandando o funcionamento de toda a instalação elétrica da indústria, evitando problemas que possam comprometer o fornecimento de energia, como curto-circuito, e a continuidade da produção.<br\/> <br\/>\"Os painéis de média tensão são essenciais na automação industrial, abrangendo desde tarefas simples às mais complexas. Eles desempenham um papel fundamental ao minimizar riscos e prevenir interrupções inesperadas nas operações das máquinas. Porém, os quadros precisam ser certificados e estar em conformidade com as normas, pois, qualquer falha pode comprometer a operação local e a segurança dos colaboradores”, disse Fábio Amaral, CEO da Engerey, empresa especializada em painéis elétricos tipo SM6, da francesa Schneider Electric.<br\/> <br\/>Os quadros SM6 são destinados às indústrias e seguem as normas de segurança IEC 60.694, especificações para normas de equipamentos de manobra de alta tensão e mecanismos de comando. Além de assegurar qualidade e segurança, o painel SM6 opera através da Internet das Coisas (IoT) e da Computação em Nuvem. Por meio de sensores sem fio, é possível identificar problemas potenciais ou riscos em tempo real, independentemente da localização. Essa abordagem possibilita a análise cruzada de informações e a adoção de medidas rápidas e eficazes para decisões embasadas e seguras.<br\/> <br\/>\"Esses painéis permanecem conectados 24 horas por dia, sete dias por semana. Isso significa que os gestores têm a capacidade de antecipar qualquer problema que possa surgir e agir de forma preditiva para evitar cenários adversos, como curto-circuito, quedas de energia ou qualquer outro contratempo. Esse monitoramento é um aliado para decisões mais precisas, sendo ainda mais valioso por estar em conformidade com as normas regulamentares\", acrescenta Fábio.<br\/> <br\/><br\/> <br\/>","date_published":"1970-01-01T00:00:00.000000+00:00"},{"id":"69e0a007d7187694297648","title":"Expansão na matriz elétrica em 2023 é de 3,3 GW até abril Usinas eólicas respondem por 1,6 GW no ano. Em abril, capacidade de geração cresceu 593 MW","url":"https:\/\/www.potencialeletrica.ind.br\/Notícias\/Geral\/Expansão_na_matriz_elétrica_em_2023_é_de_3,3_GW_até_abril_Usinas_eólicas_respondem_por_1,6_GW_no_ano._Em_abril,_capacidade_de_geração_cresceu_593_MW","content_html":" <br\/>O Brasil superou em abril a marca de 3 gigawatts (GW) de crescimento na matriz de geração de energia elétrica em 2023, segundo dados apurados mensalmente pela fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Nos primeiros quatro meses do ano, a expansão na capacidade instalada foi de 3.343,1 megawatts (MW), sendo 86,34% desse quantitativo referente a usinas eólicas (1.643 MW, 49,15% do total) e solares fotovoltaicas (1.243,4 MW, 37,19% do total). <br\/>O mês de abril contabilizou, sozinho, um crescimento de 593,0 MW concentrados em 26 usinas, sendo 11 eólicas (153,5 MW), oito solares fotovoltaicas (324,0 MW), cinco termelétricas (85,2 MW), uma pequenas central hidrelétrica (22,3 MW), uma central geradora hidrelétrica (8 MW). <br\/>Um total de 104 usinas iniciou a operação comercial em 2023, em 15 estados das cinco regiões brasileiras. Em ordem decrescente, apresentam maiores resultados até o momento os estados de Minas Gerais (1.057,8 MW), Rio Grande do Norte (687,4), Bahia (567,1 MW) e Piauí (314,9 MW). No recorte apenas para o mês de abril, Minas Gerais obteve o maior crescimento, com 231,0 MW. <br\/> <br\/><br\/> <br\/><br\/><br\/><strong class=\"btk\">Capacidade instalada <\/strong><br\/>O Brasil somou 191.702,7 MW de potência fiscalizada até 2 de maio, de acordo com dados do Sistema de Informações de Geração da ANEEL, o SIGA, atualizado diariamente com dados de usinas em operação e de empreendimentos outorgados em fase de construção. Desse total em operação, ainda de acordo com o SIGA, 83,55% da matriz elétrica do país é considerada renovável. <br\/>A ANEEL atualiza diariamente os dados de geração do país por meio do <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/app.powerbi.com\/view?r=eyJrIjoiNjc4OGYyYjQtYWM2ZC00YjllLWJlYmEtYzdkNTQ1MTc1NjM2IiwidCI6IjQwZDZmOWI4LWVjYTctNDZhMi05MmQ0LWVhNGU5YzAxNzBlMSIsImMiOjR9\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Sistema de Informações de Geração da ANEEL, o SIGA<\/a>. Ele apresenta dados de usinas em operação e de empreendimentos outorgados em fase de construção.<br\/>Outras informações sobre o acompanhamento da expansão da oferta de geração estão disponíveis em painéis interativos em <a class=\"z5\" href=\"http:\/\/www.aneel.gov.br\/acompanhamento-da-expansao-da-oferta-de-geracao-de-energia-eletrica\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">www.aneel.gov.br\/acompanhamento-da-expansao-da-oferta-de-geracao-de-energia-eletrica<\/a>. Esses painéis, atualizados mensalmente, mostram a previsão para a entrada de novas unidades geradoras para os próximos anos. Eles trazem ainda um histórico da expansão da geração desde a criação da ANEEL (1997). Além dos painéis, também está disponível a base de dados com informações de previsão e acompanhamento de obras dos empreendimentos outorgados para construção.<br\/> <br\/><strong class=\"btk\">Categoria<\/strong><br\/>Energia, Minerais e Combustíveis<br\/> <br\/>Link - <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/aneel\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2023\/expansao-na-matriz-eletrica-em-2023-e-de-3-3-gw-ate-abril\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">https:\/\/www.gov.br\/aneel\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2023\/expansao-na-matriz-eletrica-em-2023-e-de-3-3-gw-ate-abril<\/a><br\/> <br\/> <br\/> <br\/> <br\/>","date_published":"1970-01-01T00:00:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/9BbG.webp"}]}